Marcos e Alice entraram no quarto já se beijando, tomados pela paixão. Alice o ajudava a tirar o terno, eufórica e excitada com o que ele fez diante de seu pai. Ouvi-lo dizer que ela era dele a deixou ardendo de desejo. Naquela noite, eles iriam até o fim, ou ela não o deixaria sair do quarto. Até então, tudo se resumia a amassos e carícias, pois raramente conseguiam ficar sozinhos. Mas daquele dia não passaria.
Marcos já havia tirado os sapatos e, por fim, a calça, ficando só de cueca. Ele vir