Alice não se importava se Marcos gozasse em sua boca; seu único desejo era que ele sentisse o maior prazer possível. Quando ele estava prestes a se perder no êxtase, uma voz ecoou pelo jardim:
— Tem alguém aí?
Alice parou imediatamente, levando o dedo aos lábios para sinalizar silêncio a Marcos. Ela se levantou e caminhou até um ponto mais visível do jardim.
— Estou aqui — respondeu, com um tom casual. — Vim tomar um ar e me esconder um pouco do meu pai.
— O senhor Benjamin está procurando você e o Marcos. Você o viu? — perguntou a voz.
— Não, mas pode entrar. Vou procurá-lo, e já voltamos — disse Alice, mantendo a calma.
O segurança seguiu em direção à casa, e Alice voltou para onde Marcos estava, ainda escondido atrás da árvore.
— Droga, tinha que ser o Benjamin me procurando! — murmurou Marcos, a voz tensa, ainda visivelmente excitado. — Como vou voltar assim?
Alice sorriu, com um brilho travesso nos olhos.
— Vamos resolver isso agora — disse ela, confiante.
Ela retomou os moviment