A cozinha estava aconchegante, cheirando a arroz soltinho, carne acebolada e legumes refogados — simples, caseiro, bonito. Gabriel ajudava com movimentos cuidadosos, cortando exatamente o que Mariana pedia, como se aquele espaço já o reconhecesse. Guilherme estava à mesa, concentrado em um desenho novo: três bonequinhos de mãos dadas.
Mariana observou a cena e sentiu o peito arder. O trio. Eles três. O desenho que o filho fazia desde sempre agora, finalmente, fazia sentido.
— Gui — ela chamou,