Mariana respirou fundo mais uma vez antes de destrancar a porta. O rosto ainda estava quente pelas lágrimas recentes, mas ela dominou cada músculo, cada expressão, cada fragmento da própria respiração.
Ela tinha uma missão: parecer normal. Abriu a porta e saiu. O corredor parecia mais longo, o chão mais distante, o ar mais pesado. Cada passo ecoava como se ela estivesse caminhando por dentro do próprio passado.
Quando entrou na Sala 4A, conversas se calaram por um instante. Vários olhares se