Estava sentada ao lado de Klaus no trono, minha postura ereta, como se a postura correta fosse uma forma de preservar a última fração de dignidade que ainda tinha. Ele estava calmamente observando a corte, seus olhos atentos a cada gesto, cada suspiro. Eu, no entanto, sentia uma pressão crescente em meu peito, uma mistura de ansiedade e uma vontade insuportável de fazer algo, de mudar alguma coisa. Mas o que poderia eu fazer? Eu estava presa nesse jogo, nesse castelo, com ele sempre por perto,