O vazio foi a primeira coisa que senti. Um vazio frio, silencioso, como se eu estivesse à deriva em um oceano escuro e sem fim. Mas então, algo mudou. Um calor suave se espalhou pelo meu corpo, contrastando com a escuridão. E então, a realidade começou a tomar forma.
Meus olhos se abriram devagar, a visão turva ajustando-se à luz bruxuleante dos candelabros. O teto alto do meu quarto no castelo me encarava de volta, as sombras das chamas dançando pelas paredes. Mas não era isso que mais me cham