Entrei na biblioteca, tentando controlar o próprio pulso.
O som do salto ecoava no piso de madeira, misturando-se ao farfalhar das páginas que o vento movia em alguma prateleira.
Fechei a porta com cuidado e apoiei as mãos na mesa de mogno. O coração ainda batia rápido.
Raiva, mágoa, cansaço, tudo junto.
De repente, ouvi o ranger leve da maçaneta atrás de mim. Nem precisei olhar. Eu sabia quem era.
O cheiro da colônia, o silêncio carregado, a respiração tensa.
ETHAN: Isabella...
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