Sayron não cobraria mais tarde, ele nunca guardaria para ele o que fiz.
SAYRON: Direitos iguais, sua ordinária!
O choque da bofetada na minha face ainda queimava quando o ar voltou a entrar nos meus pulmões. Estava caída no chão. O lábios sangrando com o corte que seu anel fez.
Eu me encolhi cobrindo meu rosto, ele não parou. Foram um. Dois. Três socos na costela.
“ Por favor, para! Eu só me defendi seu doente!”
Os meus gritos foram sufocados pela sua mão. Sayron rasgou minha blusa