O dia tinha sido exaustivo.
Longo demais, cheio demais, com pessoas demais.
Quando finalmente cheguei em casa, tudo o que eu queria era silêncio… um espaço onde eu pudesse respirar sem precisar carregar o mundo nas costas.
Luce veio correndo, alegre como sempre, com a babá logo atrás, mas não havia sinal de Isabella.
Subi as escadas com um aperto estranho no peito. Abri a porta do quarto, e lá estava ela.
Deitada de lado, encolhida, como se tentasse desaparecer dentro dos próprios lençóis.