As manhãs de domingo tinham se tornado sagradas para Elisa e Eduardo. Não havia pressa, reuniões ou compromissos sociais. Apenas café fresco, frutas cortadas com cuidado e o som do mar entrando pelas janelas da casa de veraneio que escolheram para escaparem, de vez em quando, do ritmo acelerado da cidade.
A vida assim parece mais leve, disse Elisa, sentada no deck de madeira, com os pés descalços tocando a água morna da piscina.
Eduardo, ao lado dela, com uma xícara de café nas mãos, a obser