Na manhã de segunda-feira, o hospital em que Elisa trabalhava amanheceu em polvorosa.
Cópias de uma matéria escandalosa circulavam pelos corredores, como fogo em palha seca.
“Renomada médica é flagrada em caso amoroso com o diretor do hospital ... Carreira e ética médica em jogo!”
A manchete era sensacionalista. A foto, distorcida. Um ângulo proposital que mostrava Elisa rindo com o diretor do hospital, numa conversa informal em um evento médico, fora de contexto.
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