A segunda-feira começou com um céu nublado e uma brisa morna que atravessava as ruas da cidade. Helena acordou cedo, como de costume, mas dessa vez sem o peso habitual no peito. Havia algo diferente no ar. Talvez fosse o livro que começara a ler. Talvez fosse o silêncio da casa. Ou talvez fosse ela mesma, mudando aos poucos.
Tomou banho, vestiu uma blusa azul clara e prendeu o cabelo em uma trança solta. Pegou o caderno, o livro e saiu para caminhar. Rafael tinha sugerido que ela conhecesse um