O Café Aurora estava mais movimentado do que o normal naquela manhã de terça-feira. O cheiro de pão de queijo recém-assado e o aroma forte do café se misturavam ao burburinho dos clientes que entravam e saíam apressados, muitos em busca de um rápido momento de conforto antes de enfrentar o dia. Helena trabalhava atrás do balcão, servindo com um sorriso discreto, mas por dentro, o coração parecia carregar um peso que não se dissipava.
Bianca, sempre atenta, percebeu. Enquanto passava as mãos em