O sol já se punha sobre a cidade, tingindo de dourado as ruas tranquilas, quando Rafael deixou o carro estacionado alguns metros do Café Aurora. Seu coração estava pesado, e a determinação nos olhos revelava que ele não voltaria sem falar com Helena. Entrou rapidamente, mas o balcão estava vazio; Helena havia saído minutos antes, talvez para arejar a mente, talvez para se distanciar dele. Um frio percorreu sua espinha, mas não recuou. Ele sabia que não podia perder mais tempo.
Saindo apressado