Arthur acordou no meio da noite com a sensação de que alguém havia acabado de sair do quarto.
O ar ainda parecia quente demais, pesado, carregado de algo que não estava ali — mas tinha estado. Ele respirou fundo, passando a mão pelo rosto, tentando entender por que o coração batia tão rápido, por que o corpo estava em alerta, tenso, vivo demais para alguém que acabara de despertar.
O lençol estava revolvido. O travesseiro, úmido de suor.
E o nome dela ainda ecoava em sua mente.
Helena.
Ele fech