O sol mal havia surgido no céu quando o celular de Helena começou a vibrar incessantemente. Mensagens, notificações, chamadas perdidas. Ela tentou ignorar, enfiando o rosto no travesseiro. Mas a vibração insistente continuava.
Quando finalmente esticou a mão para ver, o nome que piscava na tela fez seu coração acelerar: Júlia.
Atendeu sem pensar.
— Acordada? — perguntou Helena, ainda com a voz rouca de sono.
— Acordada? — a voz de Júlia veio do outro lado, esganiçada de empolgação. — Helena, vo