Carlos Ferraz caminhava de um lado para o outro no escritório luxuoso de sua mansão. As mãos trêmulas seguravam o celular enquanto ele fazia ligações atrás de ligações.
— Eu não quero desculpas, eu quero soluções! — rugiu. — Encontrem a Luciene. Ela não pode abrir a boca. Façam o que for preciso. Entenderam? — desligou sem esperar resposta.
Seu rosto, antes sempre altivo, agora exibia linhas de tensão, suor escorrendo pela testa. Pela primeira vez na vida, Carlos Ferraz não se sentia no control