O peso da nova esfera quase fez Elô cair de joelhos.
Não era só mais densa.
Ela era feita de dor.
Não a dor súbita de um corte, nem a gritante de uma perda.
Era a dor muda, constante, que cava silenciosamente buracos dentro da alma.
Era a dor da invisibilidade.
Elô segurou a esfera com as duas mãos.
Ela pulsava, viva, como um coração rejeitado.
E então… ela quebrou.
Não como vidro.
Como uma bolha de memória que se desfaz com um suspiro contido por tempo demais.
🜋
Tudo ao redor escureceu.
E dia