O silêncio na sala subterrânea era tão pesado que doía nos ouvidos. A lanterna de Miguel tremia em sua mão, fazendo com que o feixe de luz dançasse pelas paredes úmidas e pelos símbolos grotescos no chão. As três figuras mascaradas permaneciam imóveis, como estátuas vivas, os olhos ocultos por buracos escuros que não revelavam absolutamente nada.
Elô sentiu os pelos do braço se eriçarem. Não eram apenas máscaras: havia algo na postura deles, no jeito que respiravam devagar, como se não fossem i