O velho monge caminhava à frente com passos lentos, mas firmes, como se cada movimento fosse medido pelo peso dos séculos. Clara, Miguel e Elô o seguiam em silêncio, descendo escadas estreitas que pareciam não ter fim. O ar ficava mais pesado, impregnado de mofo e umidade, como se estivessem entrando nas entranhas da própria montanha.
Finalmente, chegaram a uma câmara subterrânea iluminada apenas por archotes fixados nas paredes. No centro, havia uma mesa de pedra, sobre a qual repousava um eno