O som dos saltos de Helena ecoava no piso de mármore enquanto ela atravessava o saguão do edifício onde ficava a empresa de Leonardo Falcão. Cabelos soltos, batom vermelho impecável, postura ereta e um olhar que intimidava até quem não tinha culpa de nada. Ela não era mais a mulher ingênua que aceitava tudo em silêncio. Aquela versão morreu no dia em que flagrou sua irmã e seu noivo na cama.
Quando as portas do elevador se abriram, lá estava ela. Isadora. Sentada no café do térreo, rindo e most