El corazón equivocado

El corazón equivocadoES

Urbano
Última actualización: 2026-08-11
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Resumen
Índice

Alma siempre ha tenido un plan: conquistar el mundo con su inteligencia. No necesita un apellido poderoso ni una fortuna heredada para alcanzar el éxito. Solo necesita una oportunidad. Lo único que nunca pudo planificar fue enamorarse de Samuel, su mejor amigo. Pero Samuel entrega su corazón a Alexander, el heredero perfecto que todos admiran y que Alma considera un manipulador incapaz de amar. Cuando Alexander descubre cuánto significa Samuel para ella, convierte ese amor imposible en un juego cruel. Lo que comienza como una guerra silenciosa entre ambos termina transformándose en una obsesión donde nadie sabe quién está manipulando a quién.

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Capítulo 1

CAPITULO 1

Ouço um barulho? Porra, quem tá me ligando? Vai continuar tocando. Vou terminar o meu banho. Sai da minha hidro, vestir o meu roupão. Caminhei até a minha cama, peguei o celular e vi que a última chamada era do meu braço direito. Retorno a ligação.

— E aí, Riccardo? — Qual é o problema?” Pergunto, me sentei. 

— Caraca que demora para atender, ein? Tô ligando a horas porra! — Resmunga no outro lado da linha. 

— Para de reclamar e fala logo! Não atendi porque estava no banho. — Aviso, sacudir o cabelo que estava molhado. — Fala logo que o que você quer?— Espero que seja da encomenda que estou esperando? 

— Ok. É sobre isso mesmo! Aqui não é só boniteza. — Levantei da minha cama, fui até o espelho lá no banheiro, me admirando. — Já que ocorreu tudo bem no bagulho, traz para eu ver. Ah, não esquece de trazer a minha grana e o caderno. Quero ver como anda as vendas. — O Riccardo ficou quieto. Não estou gostando disso. — Você me ouviu? 

— Sim… Vou fazer isso… Praguejo,desliguei em seguida. Sai do banheiro, passo pela minha cama king size e fui até o meu closet. Quando estava terminando de me vestir alguém está batendo na porta, sai dali e fui até a porta, abri e era Giulia. 

— O que foi Giulia? — Estava de calça jeans, sem camisa. Ela olha para mim por um tempo, olhando o meu peitoral. Dou um leve sorriso de canto de boca. — Giulia?

 — Sim? — Fita o meu rosto e levantei a sobrancelha esperando ela me dizer algo. — Ah, sim… Senhor Riccardo e outros rapazes chegaram e trouxeram umas caixas… — Aponta para sala de estar. 

—Obrigado. Vai lá e diz que já estou descendo e prepara um café, depois levá-la na sala. — Ordenei, ela sacudiu a cabeça em sinal que sim. Depois desceu as escadas, fechei a porta e fui para o meu closet para terminar de me vestir. 

***

Já na sala falo com os caras e vou até o Riccardo para cumprimentar. 

— E aí. Cadê as belezinhas? — Pergunto, me afastando. Ele foi até a pilha de caixas que estavam no meio da minha sala estar, tirou a tampa de uma delas. 

— Aqui está, chefia. — Disse, vou até sua direção. 

— Puta que pariu! — Pego um dos fuzil e começo a sorrir. Depois me virei com o fuzil, destravei e mirei no Andrea. É dos caras que trabalha pra mim. — Imagina o estrago que essa coisa linda pode fazer?

— Para com isso chefia. Abaixa esse negócio aí? — Ergue o braço fazendo o gesto para baixar a arma. 

— Você é cagão mesmo. — Zombo ele. Jogo o fuzil pro Riccardo que põe de volta na caixa. — A arma está descarregada, seu babaca! Rir, fui até o meu trono de ouro e com pedras de diamantes, com estofado vermelho. E me sentei, em seguida entra a Gulia, com a bandeja com o café e um bolo. Assim que ela coloca sobre a mesa de centro. Na mesma hora os caras vão pra cima da mesa e pega as fatias do bolo. — EI? QUE PORRA É ESSA? NÃO TEM MAIS EDUCAÇÃO, NÃO? — Grito e todos se afastam, com a boca cheia. 

— Foi mal chefia… Mas a Giulia faz uns bolos tão, tão gostosos que ficamos doidos. — Respondeu Riccardo. Depois olho para minha empregada que sorri pelo elogio dele. Faço sinal com a mão para ela sair e voltar para a cozinha. Logo os caras acabaram de comer. 

— Já alimentados, vamos para os negócios. Riccardo, passa pra cá a minha grana? — Ordenei, fazendo gesto com a mão para ele se aproximar. Ele afasta a bandeja e põe dinheiro ali na minha frente. Dou aquele sorriso largo, pego um dos bolos de dinheiro e começo a contar. Fico uns dez minutos contando, depois de pegar a minha parte, separo dos rapazes por partes iguais, porém, o do Riccardo dou mais. Ele é o meu braço direito. — Agora que todos estão com que me faz rir, não é mesmo? Riccardo, me passa o caderno?

— Certo. Aqui está. — Coloca na mesa. Mas seu rosto está diferente. Parece preocupado? Dei de ombros, dou uma olhada no caderno. Hmm, parece que tivemos ótimas vendas. A cocaína saiu bastante. Logo vejo o numero de dinheiro que está na minha frente e o que está anotado aqui, tem algo de errado. — QUE PORRA É ESSA AQUI? — Dou um salto do meu trono, vou até o Riccardo com sangue nos olhos e com o caderno na mão. — PORQUE ESTÁ FALTANDO CINCO MIL AQUI, RICCARDO?

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