Paro a poucos passos da porta, com a chave na mão, e encaro Andrew como se estivesse tentando decidir se aquilo é real ou só mais uma das cenas que minha cabeça anda inventando nos últimos dias. Infelizmente, é real. Muito real.
— O que você está fazendo aqui? — pergunto, mantendo a voz firme, embora meu corpo inteiro esteja em alerta.
Ele se afasta da parede com calma demais, como se estivesse perfeitamente confortável naquele espaço que não pertence a ele.
— Estou esperando o Joseph —