A madrugada em Rashalah tinha cheiro de metal e sal. No terraço da antiga administração do porto, mapas estavam abertos como feridas sobre a mesa. Idris, de Roma, projetava no telão portátil uma malha de pontos pulsando em vermelho.
— Cruzei o giz “sete luas” com logs antigos da Zafir — explicou no alto-falante. — Não é poesia: é protocolo. “Lua” = nó de rede. São sete gatilhos sincronizados por fase lunar. Primeiro ciclo… hoje.
Zayn apoiou os punhos na mesa. — Onde?
— Três na faixa costeira (u