A madrugada não dormia.
A mansão respirava baixo, como um animal atento, sentindo que algo definitivo estava prestes a acontecer. As luzes eram poucas, estrategicamente acesas.
Segurança reforçada. Portões fechados. O mundo lá fora havia sido pausado.
Mas dentro… tudo estava em movimento.
Ayla estava sentada diante do espelho quando a porta se abriu suavemente. Lia entrou descalça, trazendo uma bandeja com chá e algo pequeno embrulhado em veludo.
— Eu sabia que você não conseguiria dormir — di