Ayla adormeceu sem perceber quando.
O corpo finalmente cedeu depois de dias em alerta. O vestido ainda sobre a pele, o colar de gota subindo e descendo com a respiração tranquila. Pela primeira vez, o quarto parecia um refúgio — não uma trincheira.
A porta se abriu sem ruído.
Otton entrou como quem já se sentia dono do espaço.
Parou a poucos passos da cama.
Observou cada detalhe com atenção perigosa: o rosto relaxado, os cabelos espalhados pelo travesseiro, a vulnerabilidade absoluta que ela j