Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV JOSÉ EDUARDO
Bruno chegou com uma galera. A casa ia ficar cheia. Por sorte, meu pai e Corine sairiam pela noite e não veriam a bagunça que em breve se formaria. Bruno bateu na porta do quarto e eu falei pra entrar. — Trouxe o que te pedi? — Claro, José. Mas pra que tu quer uma roupa de empregada? Achei que as da casa já tivessem uniforme. — Sim. Mas não é pra elas. E as daqui não vêm com cinta-liga.






