Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV CATARINA
Acordei com o cheiro de café fresco. O quarto estava banhado por uma luz suave, filtrada pelas cortinas claras que balançavam com a brisa da manhã. Por um instante, acreditei que tudo não tinha passado de um pesadelo. Mas ao mover os braços, senti a dor nos pulsos. As marcas vermelhas, ainda inchadas, eram a lembrança cruel da fita que me prendeu por horas. O corpo latejava, e o ventre se contraía em ondas leves que me lembravam do risco que tinha corrido.A por






