Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV CATARINA
A minha pergunta ficou ali, pairando no ar: — Por que está tão estranho comigo? Ele não responderia, era o que eu imaginava. José mordeu sua torrada com geleia e ficou mastigando, balançando as pernas. Não me olhava. Acho que se passou mais de um minuto, e cada segundo a mais fazia o silêncio gritar nos meus ouvidos. Achei que meus tímpanos fossem estourar diante da fala ausente dele. Mas, por fim, seus lábios






