No dia seguinte ao seminário, eu acordei com uma sensação que fazia tempo que não sentia.
Leveza.
Era estranho.
Porque nos últimos meses parecia que eu carregava alguma preocupação constante dentro do peito.
Saudade.
Medo.
Dúvidas.
Mas naquela manhã não.
O Roberto estava ali.
No Brasil.
Perto.
E só isso já fazia o mundo parecer melhor.
Quando peguei o celular, encontrei uma mensagem dele.
"Posso subir aí depois do almoço?"
Sorri automaticamente.
Como se existisse alguma chance de eu responder n