O som do disparo ecoou.
— De novo.
Priscila respirou fundo.
Segurou a arma com mais firmeza.
Mirou.
Disparou.
O tiro acertou mais próximo do alvo.
Japa observava.
Braços cruzados.
— Melhorou.
Priscila abaixou a arma.
O peito subindo rápido.
— Ainda não é o suficiente.
— Nunca é — respondeu Japa.
Silêncio.
O vento passava pelo espaço aberto onde treinavam.
Priscila fechou os olhos por um segundo.
Tentando manter o foco.
Mas o corpo… já dava sinais.
Um leve enjoo.
Uma tontura rápida.
Ela levou a