O dia depois da festa sempre tem um silêncio estranho.
Não é silêncio de verdade… o morro continua vivo, gente indo e vindo, moto passando, criança correndo. Mas depois de uma noite como a de ontem, tudo parece mais devagar.
Mais leve.
Ou mais vazio, dependendo de quem tá olhando.
Eu acordei tarde.
O sol já batia forte na janela quando levantei, ainda com a cabeça meio pesada de cansaço. O quarto tava com aquele ar de “ontem foi grande demais”, roupa jogada, tênis largado no canto, celular chei