O treino parou.
Priscila ainda segurava a arma.
Respirando fundo.
Tentando manter a calma.
Japa observava.
Atenta.
Mas com a mente longe.
Algo não encaixava.
— Chega por hoje — disse ela, pegando a arma da mão de Priscila.
— Já? — perguntou Priscila.
— Por enquanto.
Mas o olhar da Japa dizia outra coisa.
Ela virou.
E saiu.
Sem explicar.
Priscila olhou pra Rafaela.
— O que foi?
Rafaela respondeu baixo:
— Ela tá pensando…
E quando a Japa pensava…
Era porque vinha coisa séria.
Macário estava sozin