A chegada de Eveline à mansão Castelão foi envolta por um silêncio acolhedor. Era fim de tarde quando os portões se abriram, e Gabriel dormia no bebê conforto no banco traseiro, sereno como se sentisse que estava, finalmente, em casa.
Marcus estacionou devagar e olhou para a fachada da mansão como quem observa um cenário que sonhou por muito tempo. Ele desceu, contornou o carro e abriu a porta para Eveline. Ao ajudá-la a sair, seus dedos se demoraram um pouco nos dela. O toque era suave, mas in