A manhã de segunda-feira amanheceu tranquila. O céu estava limpo, azul, e uma brisa suave percorria as ruas da cidade, como um sussurro de novos começos. Na mansão Avelar, Eveline se preparava para a despedida.
Com Gabriel nos braços e Marcus ao lado, ela descia a escada principal com o coração apertado. Foram muitos meses ali. Aquela casa tinha sido seu abrigo, seu refúgio, sua reconstrução.
Ao chegarem ao hall de entrada, Marta já os aguardava com os olhos marejados e um sorriso caloroso.
— V