O amanhecer chegou trazendo um silêncio estranho para Eveline. Não era exatamente paz, mas também não era tormenta. Era uma pausa. Como o instante entre duas batidas do coração.
Ela acordou com Gabriel ainda dormindo em seu berço. A febre não havia voltado. O rostinho dele estava calmo, os bracinhos soltos pelos lençóis. Observá-lo assim dava a ela uma sensação de que o mundo podia ser menos caótico, ao menos por alguns minutos.
Antes de descer, Eveline pegou o celular e escreveu uma mensagem p