Fabrizia Giordano
Ele se foi, mas a marca de sua presença ficou, como o cheiro da terra após a chuva. Fiquei sentada sob a oliveira por um tempo, tocando meu próprio braço, onde a pele ainda parecia vibrar com o eco de sua voz.
Fabrizia.
Ele dissera meu nome como se o estivesse provando, como um homem com sede que aprecia o primeiro gole de água. Era íntimo. Era assustador e tudo menos indiferente.
A confusão dentro de mim era um redemoinho. Como podia a mesma pessoa cujo olhar me congelava o s