Giovanni Sorrentino
Francesco inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, o olhar fixo no asfalto que desaparecia sob os faróis.
— Precisamos pensar no aeroporto — disse, com a voz grave, controlada, mas que escondia uma ansiedade crescente. — Um grupo de homens chegando de Paris nunca passa despercebido. Ainda mais nós.
Charles voltou-se, a expressão séria.
— A polícia francesa já deve ter notado algo estranho naquela festa. Talvez não tenham provas, mas têm suspeitas. Se levar