O corte seguinte dele tinha sido mais profundo e a dor voltara com força. Desta vez, eu não me contivera. Inspirei fundo e gritei. Eu tinha gritado para expulsar a dor e para expulsar a minha raiva. Eu tinha jurado para a Deusa, para meu pai e para minha mãe. Eu tinha jurado para os meus ancestrais. Eu tinha jurado tanto que a enfermeira soltou uma risadinha.
As lágrimas caíram. Eu não sabia por que aquelas lágrimas importavam, mas importavam. E não havia como contê-las. Não era a dor que as pro