O medalhão queimava na palma da mão de Ivy.
O pequeno pedaço de prata escurecida pelo tempo parecia pesar mais do que deveria, como se carregasse todo o peso da verdade que ela nunca quis enxergar.
O ar no escritório parecia rarefeito, e sua respiração vinha curta, descompassada.
Alaric continuava parado na porta, a luz fraca lançando sombras irregulares sobre seu rosto. Havia algo nele que a fazia sentir um frio na espinha—um olhar que não era de surpresa, nem de culpa.
Era um olhar de tédio.