O ar que Ivy segurava era tão espesso que parecia ter forma.
Ela não conseguia se mover. Seus olhos estavam fixos na silhueta escura do outro lado do vidro, o coração batendo alto demais dentro do peito.
A figura não se movia. Apenas esperava.
Então, a luz fraca da lua atravessou as nuvens, revelando o que estava ali.
Um corvo.
O alívio veio rápido, mas não durou.
Havia algo de errado naquele pássaro.
Seus olhos negros pareciam inteligentes demais, quase humanos. Ele a observava como se estives