— Rafael, ela pode ser um agente duplo. - Uriel se apiedava do irmão, que suspirava por aquele demônio de gelo que dormia, entregue ao abraço sombrio de algo indiscritivelmente doloroso. - Deixe-a por conta própria por algum tempo. Se se importa tanto, ofereça o suporte, mas a deixe mostrar sua face.
— Ela não vai suportar, Uriel. - Ele sentia algo lhe prender a garganta. - Eu não sei o feitiço que ela tem, mas... - Rafael evitava a conclusão, aquilo o mataria lentamente.
— Ela carrega muita c