O que destrói é a mentira...
Diogo Ricci
A consciência veio como um peso. Primeiro leve, depois insuportável. Minha cabeça latejava, o gosto de bebida ainda amargo na boca, e o corpo doía como se tivesse sido atropelado por um trem de emoções.
Mas a pior parte não era física. Era ouvir tudo. Cada palavra. Sim, eu estava acordado.
Não desde o início, mas desde o instante em que ouvi meu nome. Desde que percebi que estavam falando de mim como se eu fosse um problema a ser resolvido. E, talvez, fosse mesmo.
Fingi continuar