No meio da dor, há amor...
Isabella Duarte Ricci
O telefone tocou, enquanto eu ainda estava nas casas pela região procurando por Dimitri. Eu sabia que não era uma ligação comum. Algo dentro de mim se apertou, a mesma sensação do tic-tac da bomba relógio que eu carregava no peito, pronta para explodir a qualquer momento.
Peguei o celular, na tela, o nome da minha irmã: Aurora.
— Isabella — a voz dela veio fraca, quase quebrada —Encontramos a babá.
O silêncio do outro lado da linha parecia sugar todo o ar do meu cor