A mentira não desaparece...
Dilan Ricci
Seu cheiro era doce e selvagem ao mesmo tempo. Um perfume que misturava luxúria com um perigo silencioso, como se me avisasse, sem palavras , que aquilo tudo não deveria estar acontecendo. Mas aconteceu.
E agora eu estava preso. Não só à mentira. Não só à identidade que não era minha. Mas a ela, a Jullia.
Abri os olhos novamente, tentando manter os pensamentos em ordem. Mas nada ali fazia sentido.
Ela se mexeu, virando-se de lado, puxando o lençol para cobrir o corpo nu.