O som da respiração calma de Pedro era uma tortura para Isabella. Cada segundo de paz que ele tinha era um segundo que ela sabia estar a esgotar-se. Ela ficou ali parada, o telemóvel secreto na mão, o ecrã a brilhar com a traição de Thorne. O instinto dela, a lealdade que sentia por Pedro, gritava para que ela o acordasse, para lhe mostrar o perigo.
Mas a estratega dentro dela, a rainha forjada no fogo, assumiu o controlo. Acordá-lo com pânico seria uma reação, não uma ação. E eles não podiam m