A roda-gigante parou suavemente, o mundo voltando a estabilizar-se sob os nossos pés. Descemos da cabine, o ar da noite de São Paulo mais fresco agora, mas eu sentia-me aquecida por dentro. A adrenalina da montanha-russa tinha dado lugar a uma euforia leve, daquelas que nos fazem sentir que flutuamos mesmo em terra firme.
Caminhámos em direção à saída do parque vazio, as luzes coloridas a piscar apenas para nós. Eu bocejei, cobrindo a boca com a mão, o cansaço da viagem e do fuso horário de Tó