PEDRO
Acordei com o sol a bater no meu rosto.
Por uma fração de segundo, o pânico travou os meus músculos. Onde eu estava? O bip do monitor tinha sumido?
Abri os olhos num solavanco, sentando-me na cama.
O quarto da penthouse estava banhado pela luz da manhã. O monitor cardíaco ainda estava lá, mas o som tinha sido diminuído para um volume quase imperceptível. E ao meu lado...
Isabella dormia.
O peito dela subia e descia num ritmo lento e constante. O cabelo escuro espalhado pelo travesse