Maria ernanda Monteiro. Dois nomes, um sobrenome. Um pouco discordantes entre si, talvez, mas a ascendência da família Monteiro não é o que importa aqui.
Fernanda estava encrencada. Encrencada até o pescoço — não, até o alto da cabeça. Afundada nos perigos de um mundo no qual havia decidido entrar sozinha. Ainda adolescente, já demonstrava uma clara inclinação para o lado errado das coisas: fugia de casa para fumar, beber até passar mal. Sua vida sexual também não era nada monótona; antes mesmo