A casa do senhor Marroquin parecia maior, mais vazia e mais escura do que da última vez em que Alana estivera ali. As paredes e os pisos brancos já não brilhavam tanto, e o tapete no meio da sala parecia coberto por uma fina camada de poeira. Tudo estava como antes — os retratos sobre a lareira, a enorme televisão que ninguém usava, as estantes cheias de livros — tudo era igual, mas a sensação era diferente. Talvez não fosse a casa que tivesse mudado; talvez fosse Alana, que já não era a mesma.